Entenda por que a eficiência energética é o principal motor de produtividade e como ela atua para estancar perdas térmicas e elétricas na operação agrícola
Na administração de unidades de processamento de grãos, frigoríficos ou infraestruturas complexas no campo, a pressão sobre as margens não é teoria: é um fardo financeiro. A escalada das tarifas públicas espreme o fluxo de caixa da agroindústria e eleva o custo de beneficiamento por saca limpa ou por tonelada processada.
Buscar eficiência energética na agroindústria é o mecanismo mais rápido para recuperar margens pressionadas pelo custo de operação de pivôs de irrigação, secadores e silos.
A Comerc Energia atua como a parceira executora para essa proteção financeira. Com mais de 20 anos de liderança, 17% do Market Share no Mercado Livre de Energia e atendendo clientes globais como Ambev e Embraer, a Comerc é responsável por gerenciar mais de 5% de toda a energia do país.
Apenas em 2024, viabilizamos a geração de R$ 5,7 bilhões em economia para nossos parceiros no Mercado Livre, além de administrar mais de 2,1 GW em geração renovável. Para o setor rural, traduzimos toda essa capacidade de engenharia em crescimento sustentável e redução direta de despesas na balança financeira do campo.
Como a Eficiência Energética viabiliza o crescimento sustentável no agronegócio?
A Eficiência Energética viabiliza o crescimento sustentável ao reduzir diretamente o custo operacional por tonelada processada, transformando obrigações ambientais (ESG) em ganho financeiro imediato e superando os gargalos históricos da rede rural brasileira.
Desafios operacionais e gargalos de energia no campo
Operar longe dos grandes centros exige lidar com infraestruturas elétricas muitas vezes deficitárias. Os principais drenos de caixa da operação agrícola hoje envolvem:
- Instabilidade no fornecimento em áreas remotas, provocando paradas em momentos críticos da safra.
- Uso contínuo de motores obsoletos nos sistemas de aeração de silos.
- Ineficiência térmica e altas perdas calóricas nas caldeiras usadas no processo de secagem de grãos.
Como a modernização de ativos impulsiona a produtividade agrícola
Otimizar a infraestrutura de processamento vai além de manter a conformidade regulatória junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Trata-se de uma estratégia direta para aumentar a capacidade produtiva da planta.
Na agroindústria, o desperdício térmico e o uso de motores antigos não apenas inflam a conta de luz, mas penalizam o ritmo e a capacidade de processamento da planta. A modernização de ativos estanca perdas silenciosas e assegura que cada quilowatt consumido seja convertido no máximo de toneladas beneficiadas com segurança operacional.
Estudo de caso: como a Olfar otimizou processos e reduziu custos com a Comerc Energia
A teoria não substitui a experiência e a capacidade de execução comprovada. A parceria desenvolvida com a Olfar ilustra a intersecção entre a gestão energética e o retorno financeiro na agroindústria.
Mesmo já atuando no Mercado Livre de Energia, a Olfar percebeu que apenas a contratação não seria suficiente para proteger a operação no longo prazo contra crises hídricas e oscilações de preços. Com o suporte da Comerc, a empresa passou a tratar a energia como um insumo estratégico, unindo dados, contratos eficientes e autonomia.
Autoprodução e inteligência no Mercado Livre de Energia
Para mitigar a exposição tarifária, a Olfar investiu na diversificação da sua matriz com fontes renováveis, gerando mais de 37.000 MWh para o próprio consumo. Aliado a isso, a estruturação inteligente de contratos no Mercado Livre trouxe previsibilidade de custos e maior poder de decisão.
Desde que se tornou cliente da Comerc em 2019, essa gestão ativa do risco energético resultou em uma economia superior a R$ 7 milhões. A atuação direta na descarbonização também evitou a liberação de 3 toneladas de CO₂, fortalecendo as práticas ESG da companhia.
O uso da Telemetria para a gestão eficiente do consumo
O segundo vetor estratégico foi a aplicação da Telemetria para o monitoramento contínuo da planta. Com o acompanhamento do consumo em tempo real, a agroindústria passou a identificar picos, desperdícios e oportunidades de otimização no chão de fábrica.
Com dados confiáveis em mãos, a tomada de decisão deixou de ser empírica e passou a ser baseada em evidências. Esse nível de controle permitiu ajustar processos operacionais e melhorar a eficiência dos ativos energéticos, reduzindo surpresas na fatura mensal.
Veja no comparativo abaixo as diferenças entre o cenário anterior e a operação consolidada:
|
Indicador de operação |
Cenário anterior |
Cenário atual (com Comerc Energia) |
Impacto na agroindústria |
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Gestão de contratos |
Exposição a altas tarifárias e riscos de mercado. |
Contratos otimizados e previsibilidade de custos. |
Economia superior a R$ 7 milhões na fatura de energia. |
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Controle de consumo |
Decisões empíricas sem monitoramento em tempo real. |
Telemetria identificando picos e desperdícios. |
Ajuste de processos e elevação da eficiência dos ativos. |
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Matriz energética |
Dependência da rede e maior pegada de carbono. |
Autoprodução de mais de 37.000 MWh renováveis. |
Autonomia operacional e mitigação de emissões de CO₂. |
Projetos de Eficiência Energética da Comerc: redução de custos sem desembolso de CAPEX
Na gestão do agronegócio, o principal entrave na aprovação de modernização é a necessidade de mobilizar capital de investimento (CAPEX) que deveria ser destinado à safra, aos defensivos agrícolas ou à expansão de lavoura. O modelo estruturado pela Comerc remove essa barreira financeira.
As soluções de Eficiência Energética desenvolvidas englobam a atualização e modernização de centrais de compressores de ar, substituição e instalação de novas caldeiras elétricas industriais, sistemas de motores de alto rendimento, subestações, refrigeração e climatização, além da modernização luminotécnica com automação por painéis de LED nas linhas de processamento.
Como funciona o modelo de remuneração baseado no desempenho e na economia real
O diferencial da Comerc Energia é a mitigação do risco financeiro. Nós assumimos a execução e aportamos 100% do CAPEX necessário para a aquisição e modernização da sua planta tecnológica. A sua agroindústria não realiza nenhum desembolso inicial.
A remuneração da Comerc está atrelada estritamente à eficiência do projeto e ocorre apenas com uma fração da economia real gerada após a entrada em operação dos novos ativos. Isso significa que, se a sua fábrica não comprovar a economia financeira na ponta final, a Comerc não é remunerada pelo investimento. É um modelo focado em ganhos palpáveis.
O crescimento sustentável e a proteção financeira nas exportações andam lado a lado. Tornar a agroindústria eficiente não precisa concorrer com os investimentos prioritários da sua atividade-fim.
Perguntas frequentes sobre gestão de energia e eficiência no campo
Como o agronegócio pode reduzir o custo operacional com eficiência energética?
A redução de custos operacionais ocorre por meio da modernização de motores subdimensionados em silos e da otimização de sistemas de refrigeração e caldeiras térmicas, diminuindo o desperdício de eletricidade e o custo financeiro por tonelada de grão ou carne processada.
O que é o modelo sem CAPEX da Comerc Energia para eficiência energética?
É um modelo de contrato em que a Comerc Energia arca com 100% dos custos de aquisição e instalação dos novos equipamentos industriais de alta eficiência na planta do cliente. O agronegócio não faz nenhum desembolso inicial e nos remunera utilizando apenas uma fração da economia de energia mensal comprovada após a implantação e entrega do projeto.
Qual o papel da modernização de caldeiras e motores na agroindústria?
A modernização reduz as pesadas perdas de calor e gargalos mecânicos em equipamentos críticos nos ciclos de secagem e moagem. O resultado técnico é o aumento do rendimento energético global da planta fabril, o que assegura a continuidade operacional contra falhas da rede local e eleva o nível dos indicadores de sustentabilidade exigidos pelos mercados de exportação.

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