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Eficiência Energética
20/07/2026

Eficiência Energética no agronegócio: como reduzir o custo por tonelada processada sem aporte de CAPEX

Entenda por que a eficiência energética é o principal motor de produtividade e como ela atua para estancar perdas térmicas e elétricas na operação agrícola

Eficiência Energética
20/07/2026

Entenda por que a eficiência energética é o principal motor de produtividade e como ela atua para estancar perdas térmicas e elétricas na operação agrícola

Na administração de unidades de processamento de grãos, frigoríficos ou infraestruturas complexas no campo, a pressão sobre as margens não é teoria: é um fardo financeiro. A escalada das tarifas públicas espreme o fluxo de caixa da agroindústria e eleva o custo de beneficiamento por saca limpa ou por tonelada processada.

Buscar eficiência energética na agroindústria é o mecanismo mais rápido para recuperar margens pressionadas pelo custo de operação de pivôs de irrigação, secadores e silos.

A Comerc Energia atua como a parceira executora para essa proteção financeira. Com mais de 20 anos de liderança, 17% do Market Share no Mercado Livre de Energia e atendendo clientes globais como Ambev e Embraer, a Comerc é responsável por gerenciar mais de 5% de toda a energia do país.

Apenas em 2024, viabilizamos a geração de R$ 5,7 bilhões em economia para nossos parceiros no Mercado Livre, além de administrar mais de 2,1 GW em geração renovável. Para o setor rural, traduzimos toda essa capacidade de engenharia em crescimento sustentável e redução direta de despesas na balança financeira do campo.

Simule a viabilidade da sua operação e veja na prática como transformar a despesa com tarifas de energia em produtividade no campo.

Como a Eficiência Energética viabiliza o crescimento sustentável no agronegócio?

A Eficiência Energética viabiliza o crescimento sustentável ao reduzir diretamente o custo operacional por tonelada processada, transformando obrigações ambientais (ESG) em ganho financeiro imediato e superando os gargalos históricos da rede rural brasileira.

Desafios operacionais e gargalos de energia no campo

Operar longe dos grandes centros exige lidar com infraestruturas elétricas muitas vezes deficitárias. Os principais drenos de caixa da operação agrícola hoje envolvem:

  • Instabilidade no fornecimento em áreas remotas, provocando paradas em momentos críticos da safra.
  • Uso contínuo de motores obsoletos nos sistemas de aeração de silos.
  • Ineficiência térmica e altas perdas calóricas nas caldeiras usadas no processo de secagem de grãos.

Como a modernização de ativos impulsiona a produtividade agrícola

Otimizar a infraestrutura de processamento vai além de manter a conformidade regulatória junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Trata-se de uma estratégia direta para aumentar a capacidade produtiva da planta.

Na agroindústria, o desperdício térmico e o uso de motores antigos não apenas inflam a conta de luz, mas penalizam o ritmo e a capacidade de processamento da planta. A modernização de ativos estanca perdas silenciosas e assegura que cada quilowatt consumido seja convertido no máximo de toneladas beneficiadas com segurança operacional.

Estudo de caso: como a Olfar otimizou processos e reduziu custos com a Comerc Energia

A teoria não substitui a experiência e a capacidade de execução comprovada. A parceria desenvolvida com a Olfar ilustra a intersecção entre a gestão energética e o retorno financeiro na agroindústria.

Mesmo já atuando no Mercado Livre de Energia, a Olfar percebeu que apenas a contratação não seria suficiente para proteger a operação no longo prazo contra crises hídricas e oscilações de preços. Com o suporte da Comerc, a empresa passou a tratar a energia como um insumo estratégico, unindo dados, contratos eficientes e autonomia.

Autoprodução e inteligência no Mercado Livre de Energia

Para mitigar a exposição tarifária, a Olfar investiu na diversificação da sua matriz com fontes renováveis, gerando mais de 37.000 MWh para o próprio consumo. Aliado a isso, a estruturação inteligente de contratos no Mercado Livre trouxe previsibilidade de custos e maior poder de decisão.

Desde que se tornou cliente da Comerc em 2019, essa gestão ativa do risco energético resultou em uma economia superior a R$ 7 milhões. A atuação direta na descarbonização também evitou a liberação de 3 toneladas de CO₂, fortalecendo as práticas ESG da companhia.

O uso da Telemetria para a gestão eficiente do consumo

O segundo vetor estratégico foi a aplicação da Telemetria para o monitoramento contínuo da planta. Com o acompanhamento do consumo em tempo real, a agroindústria passou a identificar picos, desperdícios e oportunidades de otimização no chão de fábrica.

Com dados confiáveis em mãos, a tomada de decisão deixou de ser empírica e passou a ser baseada em evidências. Esse nível de controle permitiu ajustar processos operacionais e melhorar a eficiência dos ativos energéticos, reduzindo surpresas na fatura mensal.

Veja no comparativo abaixo as diferenças entre o cenário anterior e a operação consolidada:

Indicador de operação

Cenário anterior

Cenário atual (com Comerc Energia)

Impacto na agroindústria

Gestão de contratos

Exposição a altas tarifárias e riscos de mercado.

Contratos otimizados e previsibilidade de custos.

Economia superior a R$ 7 milhões na fatura de energia.

Controle de consumo

Decisões empíricas sem monitoramento em tempo real.

Telemetria identificando picos e desperdícios.

Ajuste de processos e elevação da eficiência dos ativos.

Matriz energética

Dependência da rede e maior pegada de carbono.

Autoprodução de mais de 37.000 MWh renováveis.

Autonomia operacional e mitigação de emissões de CO₂.

 

 

Projetos de Eficiência Energética da Comerc: redução de custos sem desembolso de CAPEX

Na gestão do agronegócio, o principal entrave na aprovação de modernização é a necessidade de mobilizar capital de investimento (CAPEX) que deveria ser destinado à safra, aos defensivos agrícolas ou à expansão de lavoura. O modelo estruturado pela Comerc remove essa barreira financeira.

As soluções de Eficiência Energética desenvolvidas englobam a atualização e modernização de centrais de compressores de ar, substituição e instalação de novas caldeiras elétricas industriais, sistemas de motores de alto rendimento, subestações, refrigeração e climatização, além da modernização luminotécnica com automação por painéis de LED nas linhas de processamento.

Como funciona o modelo de remuneração baseado no desempenho e na economia real

O diferencial da Comerc Energia é a mitigação do risco financeiro. Nós assumimos a execução e aportamos 100% do CAPEX necessário para a aquisição e modernização da sua planta tecnológica. A sua agroindústria não realiza nenhum desembolso inicial.

A remuneração da Comerc está atrelada estritamente à eficiência do projeto e ocorre apenas com uma fração da economia real gerada após a entrada em operação dos novos ativos. Isso significa que, se a sua fábrica não comprovar a economia financeira na ponta final, a Comerc não é remunerada pelo investimento. É um modelo focado em ganhos palpáveis.

O crescimento sustentável e a proteção financeira nas exportações andam lado a lado. Tornar a agroindústria eficiente não precisa concorrer com os investimentos prioritários da sua atividade-fim.

Escale a eficiência da sua agroindústria preservando o capital da safra. Solicite um estudo de viabilidade com os engenheiros da Comerc e modernize seus ativos sem desembolso inicial.

Perguntas frequentes sobre gestão de energia e eficiência no campo

Como o agronegócio pode reduzir o custo operacional com eficiência energética?

A redução de custos operacionais ocorre por meio da modernização de motores subdimensionados em silos e da otimização de sistemas de refrigeração e caldeiras térmicas, diminuindo o desperdício de eletricidade e o custo financeiro por tonelada de grão ou carne processada.

O que é o modelo sem CAPEX da Comerc Energia para eficiência energética?

É um modelo de contrato em que a Comerc Energia arca com 100% dos custos de aquisição e instalação dos novos equipamentos industriais de alta eficiência na planta do cliente. O agronegócio não faz nenhum desembolso inicial e nos remunera utilizando apenas uma fração da economia de energia mensal comprovada após a implantação e entrega do projeto.

Qual o papel da modernização de caldeiras e motores na agroindústria?

A modernização reduz as pesadas perdas de calor e gargalos mecânicos em equipamentos críticos nos ciclos de secagem e moagem. O resultado técnico é o aumento do rendimento energético global da planta fabril, o que assegura a continuidade operacional contra falhas da rede local e eleva o nível dos indicadores de sustentabilidade exigidos pelos mercados de exportação.

 

 

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