R$ 8 milhões
de economia por ano com o projeto de eficiência
5 MWm
de redução no consumo de energia elétrica
3,5x
menor que a média mundial nas emissões da eletrólise
A Companhia Brasileira de Alumínio foi fundada em 1955 e é a única companhia integrada de alumínio do Brasil: atua desde a mineração da bauxita até a transformação em produtos primários, como lingotes, placas, tarugos e vergalhões, e transformados, como rolos caster, chapas, folhas, perfis extrudados, telhas, peças e componentes. Está presente em seis estados e é referência na produção de alumínio de baixo carbono.
Alumínio de baixo carbono depende de energia
Produzir alumínio é intensivo em energia elétrica, o que faz da conta de energia um item central da operação e da pegada de carbono ao mesmo tempo. A CBA produz a partir de energia elétrica 100% renovável e rastreável. Segundo o Reporte de Agenda Climática de 2023 da companhia, as emissões na etapa de eletrólise foram de 3,23 tCO2e por tonelada de alumínio líquido, 3,5 vezes menor que a média mundial considerando os escopos 1 e 2. Manter esse patamar enquanto se reduz custo operacional exige atacar o consumo em si, e não só a origem da energia.
Mapear antes de trocar
O projeto começou por um levantamento completo nas fábricas, com visitas técnicas para identificar os principais equipamentos consumidores de energia elétrica. A partir do mapeamento veio o cálculo do potencial de redução, sempre com dois números lado a lado: a economia financeira e a redução da pegada de carbono. Depois de um estudo interno sobre o consumo da fábrica de Alumínio, em São Paulo, a CBA montou um plano que envolveu substituição de equipamentos e outras medidas de eficiência. A modernização do sistema de ar comprimido trocou seis compressores antigos por dois novos. Motores e iluminação entraram no mesmo pacote.
R$ 8 milhões por ano, sem investimento inicial
As iniciativas resultaram em uma redução de 5 MWm no consumo de energia elétrica, o que representa uma economia de R$ 8 milhões por ano. O impacto foi simultâneo em três frentes: eficiência operacional, custo e emissões.
O modelo de contratação é parte do resultado. Os projetos de eficiência energética da Comerc não exigem investimento inicial do cliente: a Comerc identifica as oportunidades, desenha o projeto e investe 100% na implementação. Depois de implementado, a empresa paga com uma parte da própria economia gerada. Para uma indústria intensiva em capital, isso significa modernizar o parque sem tirar recurso do que é core
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