O Painel da EPE é a bússola que sua empresa precisa. Aprenda a interpretar os indicadores de intensidade energética e o ODEX setorial para liderança em Eficiência Energética corporativa. Este guia mostra como conectar dados macro da EPE com o monitoramento em tempo real (telemetria) da sua planta, transformando insights em ações focadas em economia e resultados de ESG.
Eficiência Energética depende de dados confiáveis para gerar resultados consistentes. O Painel, também chamado de Atlas da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), reúne indicadores nacionais e setoriais que apoiam gestores na análise do consumo.
Com essas informações, é possível comparar desempenhos, entender padrões e identificar oportunidades reais de economia de energia. O uso inteligente dos dados fortalece o planejamento e evita desperdícios.
Neste texto, vamos mostrar o que o Painel entrega, como interpretar métricas úteis e de que forma esses insights podem ser aplicados na prática. Também apresentaremos exemplos e um caminho claro para integrar as informações aos sistemas de medição e Telemetria em campo.
O Atlas da EPE é uma plataforma que reúne indicadores e mapas sobre consumo e desempenho energético no Brasil. Ele oferece uma visão abrangente do cenário nacional, ajudando a entender como diferentes setores consomem energia e onde estão as maiores oportunidades de eficiência.
Com esses dados, gestores conseguem planejar ações mais assertivas, alinhar estratégias de sustentabilidade e comparar o desempenho do país com outros contextos. Mas, para gerar impacto real, é importante entender como esse painel se conecta a outros níveis de monitoramento.
Os dados da EPE ajudam a substituir o “achismo” por decisões baseadas em evidências. Assim, a empresa não precisa testar soluções ao acaso, mas pode investir onde há maior potencial de impacto comprovado.
Um exemplo é priorizar projetos de HVAC quando o setor já demonstra ganhos relevantes. Além disso, usar referências oficiais fortalece a comunicação com a diretoria e dá credibilidade a relatórios de ESG.
Principais ganhos:
O Painel traz índices e séries que parecem técnicos à primeira vista, mas têm aplicação prática no dia a dia. A ideia é usar esses dados para gerar hipóteses e priorizar intervenções na planta.
Confira os indicadores mais relevantes e como aplicá-los:
Exemplo prático: se o Atlas aponta queda na intensidade energética de compressores na indústria do seu estado, pode ser mais estratégico revisar os compressores da sua planta antes de investir em outras áreas.
Nem todo indicador é igualmente útil no dia a dia. O ideal é focar nas métricas mais acionáveis, que podem ser transformadas em metas operacionais e acompanhadas de perto.
Confira as principais:
Esses números se tornam metas objetivas, como reduzir o kWh por peça em 10% ou suavizar picos de demanda para melhorar a eficiência.
Ter dados é só o começo. O valor real surge quando eles são usados para orientar decisões práticas e gerar economia comprovada. A combinação de dados macro da EPE com a medição local permite decisões mais seguras e estratégicas.
Um caminho prático envolve cinco etapas:
Em resumo: a EPE mostra o que pode estar errado; a Telemetria comprova o quanto foi corrigido e o impacto real da melhoria.
Dados macro precisam de medição local para gerar resultados concretos. Combinando o Atlas da EPE com Telemetria e soluções da Comerc, é possível priorizar, executar e comprovar ganhos operacionais de forma eficiente.
A Comerc conecta a visão estratégica à execução operacional desta forma:
O efeito prático se traduz em menos tentativa e erro, mais foco em ações que entregam economia real e redução de emissões.
Ao adotar dados da EPE e medição local, a liderança obtém previsibilidade e fundamentos concretos para direcionar investimentos estratégicos. Essa abordagem transforma decisões e facilita o alinhamento com objetivos corporativos e de ESG.
Principais ganhos do fluxo EPE → medição → ação:
O Painel da EPE oferece o panorama estratégico, enquanto a medição local comprova a realidade operacional. Quando esses dois mundos se conectam, decisões deixam de ser apostas e se tornam ações com retorno mensurável.
Usar o Atlas como bússola e a Telemetria como comprovante permite transformar benchmark em projeto, e projeto em economia real. Na prática, isso significa priorizar intervenções baseadas em evidência, validar impactos com medições e consolidar resultados em relatórios reconhecidos por diretores e investidores.
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