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Olfar: a Comerc investiu 100% do capital dos projetos de energia

Escrito por Comerc Energia | Sep 17, 2026, 10:48:35 PM

A Olfar atua na cadeia de alimento e energia há 38 anos, apoiada em uma base de mais de 10 mil produtores de soja, milho e trigo. A operação está distribuída em três estados: a matriz no Rio Grande do Sul, em Erechim, uma unidade produtora de biodiesel e uma filial em Porangatu, em Goiás. O crescimento sempre foi sustentado por tecnologia, inovação e apoio a toda a cadeia vertical, do fomento ao plantio ao suporte na colheita. Nos últimos anos, a companhia entendeu que alimento sozinho não bastava e entrou também no mundo da energia.

Crescer esbarrava no capital

Toda expansão industrial precisa de mais energia elétrica ou de mais energia térmica, e foi exatamente aí que a Olfar encontrou o gargalo. Os projetos existiam e a necessidade era clara, mas cada um deles disputaria recursos com o núcleo do negócio. Havia ainda equipamentos chegando ao fim da vida útil e subestações que precisavam ser ampliadas para que as linhas de produção pudessem crescer. A pergunta nunca foi o que fazer. Foi como financiar sem tirar capital de onde ele rende mais.

Duas subestações e uma caldeira, com 100% do capital da Comerc

A resposta foi um modelo desenhado sob medida. Nas subestações implantadas em Erechim e em Porangatu, a Comerc investiu 100% do capital necessário e ainda gerenciou 100% da obra, incluindo o suporte durante toda a implantação, as tratativas com a concessionária de energia, as liberações e o acompanhamento das adequações na rede da distribuidora. O mesmo modelo se repetiu na nova caldeira de biomassa de Porangatu, destinada à geração de vapor: todo o aporte foi da Comerc, que também conduziu a implantação do início ao fim. A caldeira está em operação e entrega o vapor necessário para a expansão das fábricas.

Previsibilidade de custo e de prazo, e 5% a menos

A relação entre as duas empresas começou bem antes, pelo Mercado Livre de Energia. A eficiência energética veio depois, e é o que a própria Olfar chama de cereja do bolo: o que permitiu colocar os projetos em prática com mais velocidade, mais assertividade e previsibilidade de custo e de data. Para qualquer projeto industrial, previsibilidade de prazo vale tanto quanto o valor investido. Com os projetos implantados, a Olfar calcula uma redução da ordem de 5% nos custos.

O mercado de energia mudou junto. Se antes a busca era por economia pura na conta de luz, hoje o pedido é por soluções complexas, parcerias de longo prazo e investimento. É nesse lugar que a parceria se firmou: transformar energia em relação sólida, e não em contrato de fornecimento.

Confira o vídeo abaixo

 

 Ouça no Spotify a entrevista com o Diretor Industrial da Olfar, Mateus Andrich