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<title>Comerc</title>
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<copyright>© Todos os direitos reservados.</copyright>
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<title>|Comerc</title>
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<item><title><![CDATA[Consumo de energia no mercado livre sobe 1,73% em janeiro]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=63]]></link><description><![CDATA[<p><span>S&Atilde;O PAULO, 17 Fev (Reuters) - O consumo de energia no mercado livre subiu 1,73 por cento em janeiro ante mesmo per&iacute;odo de 2011, segundo o &Iacute;ndice Setorial Comerc, medido pela gestora de energia Comerc, respons&aacute;vel pela gest&atilde;o de 13 por cento da carga de consumidores livres no pa&iacute;s.</span></p>
<p><span>Na compara&ccedil;&atilde;o com dezembro de 2011, o consumo de energia caiu 1,21 por cento, influenciado pelo per&iacute;odo de f&eacute;rias coletivas concedido por v&aacute;rias ind&uacute;strias.</span></p>
<p><span>O setor de ve&iacute;culos e autope&ccedil;as foi o destaque negativo na compara&ccedil;&atilde;o anual, com retra&ccedil;&atilde;o de 10,43 por cento no consumo. A produ&ccedil;&atilde;o de ve&iacute;culos caiu 11,4 por cento em janeiro ante igual m&ecirc;s do ano passado, segundo dados da Anfavea.</span></p>
<p><span>O setor t&ecirc;xtil, couro e vestu&aacute;rio registrou o maior aumento do consumo, tanto na compara&ccedil;&atilde;o anual (24,48 por cento) como em rela&ccedil;&atilde;o ao m&ecirc;s imediatamente anterior (11,24 por cento).</span></p>
<p><span>J&aacute; o segmento de materiais de constru&ccedil;&atilde;o civil registrou a principal retra&ccedil;&atilde;o no consumo ante dezembro, de 8,38 por cento.</span></p>
<p><span>Segundo o presidente da Comerc, Cristopher Vlavianos, o mercado ainda sofre os efeitos da crise europeia, que afetou o consumo de energia de empresas nacionais, especialmente daquelas mais dependentes do mercado internacional.</span></p>
<p><span>"Inicialmente, estamos tendo uma previs&atilde;o (do governo) de que o consumo de energia vai crescer 4,5 por cento em 2012, mas eu acho que esta previs&atilde;o est&aacute; um pouco otimista", disse sobre a estimativa da Empresa de Pesquisa Energ&eacute;tica (EPE).</span></p>
<p><span>Cerca de 90 por cento do volume de energia gerido pela Comerc &eacute; de consumidores do segmento industrial e os outros 10 por cento s&atilde;o referentes ao consumo do setor comercial.</span></p>
<p><span>(Por Anna Fl&aacute;via Rochas; Edi&ccedil;&atilde;o de Alu&iacute;sio Alves)</span></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description><pubDate>17/2/2012</pubDate></item><item><title><![CDATA[Cenário Energia: Consumidores especiais impulsionam mercado livre]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=57]]></link><description><![CDATA[<center><strong>CENÁRIO ENERGIA: CONSUMIDORES ESPECIAIS IMPULSIONAM MERCADO LIVRE<br></strong></center><br><strong>03 de fev, Agência Estado, Luciana Collet<br></strong><br>Os consumidores especiais estão buscando cada vez mais energia no mercado livre, ao mesmo tempo em que os investidores em geração olham para esse potencial aumento dessa demanda.  Entre as explicações para o forte crescimento desses consumidores, que podem comprar energia diretamente de um gerador, desde que seja gerada por fonte alternativa, estão o aumento da preocupação das empresas com a questão da sustentabilidade e a maior oferta desse tipo de energia no mercado livre, a preços cada vez mais competitivos.<br><br>Enquanto o número de consumidores livres convencionais aumentou 6% nos doze meses até novembro, para 511, os especiais tiveram expansão de 28,4%, para 574, e já superam em número os grandes consumidores industriais, os primeiros a aderir a esse mercado, conforme dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). E segundo agentes do setor, em 2012 o mercado livre deverá apresentar mais um ano de forte expansão no número de consumidores especiais, uma vez que ao longo do ano passado já se observou um número significativos de processos de migração. Os consumidores com perfil para se tornarem especiais - com demanda entre 500 KW e 3 mil MW - levam pelo menos 180 dias para efetivar a mudança,pois precisam respeitar o contrato com a distribuidora e fazer adequações na medição.<br><br>Historicamente, o principal mote para a migração dos consumidores especiais sempre foi a sustentabilidade, além do benefício do desconto de 50% no pagamento das tarifas de uso do sistema de distribuição (Tusd) e do sistema da transmissão (Tust). Nos últimos anos, acrescentou-se a isso, os preços mais competitivos da energia alternativa, particularmente daquela gerada em parques eólicos, como se pôde observar nos leilões realizados pelo governo para o Ambiente de Contratação Regulada. A energia eólica passou dos cerca de R$ 160/MWh, em 2009, para R$ 99/MWh no ano passado.<br><br>Os empreendedores em projetos eólicos costumam reservar uma fatia da geração para o mercado livre, onde é possível vender energia a preços mais elevados que nos leilões governamentais e ainda assim competitivos na comparação com as tarifas das distribuidoras. Comenta-se no mercado que a diferença, incluindo a tarifa-fio, pode chegar a 25%, dependendo da distribuidora.<br><br>E diante do potencial de expansão dos consumidores especiais, os investidores em geração alternativa têm desenhado estratégias para crescer no mercado livre. Tanto CPFL Renováveis como Renova Energia já declararam planos de intensificar a atuação nesse segmento. Ambas se apóiam na atuação do grupo do qual fazem parte, respectivamente CPFL e Cemig/Light, que possuem maior acesso aos potenciais clientes e braços de comercialização que facilitam a negociação com eles.<br><br>Para esses investidores, a maior atuação no mercado livre pode permitir elevar as taxas de retorno dos projetos já comercializados nos leilões, que têm apresentado índices cada vez menores, em consequência do acirramento da competição.<br><br><strong>Migração</strong><br><br>Atualmente, os consumidores especiais respondem por apenas 7,8% do consumo no mercado livre, o equivalente a 1.165 megawatts médios (MWmed), montante 17,6% maior que o registrado em novembro de 2010. Já os consumidores livres convencionais respondem por 62% desse mercado e registraram um aumento da demanda de 5,5%, para 9.295 MWmed.<br><br>No entanto, enquanto a maior parcela dos potenciais consumidores livres convencionais já migrou para o mercado livre, no segmento de especiais a possibilidade de expansão é muito grande. Estudo da gestora e comercializadora de energia Comerc indica que existem no País cerca de 15 mil unidades de consumo com perfil que as permitiria tornarem-se consumidores especiais.<br><br>A gestora cita dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) segundo os quais ainda há um potencial de expansão do mercado livre de 12,5 mil Mwmed (o que significaria um aumento de 80% ante os atuais 14,8 mil Mwmed), considerando todas as unidades consumidoras com demanda igual ou superior a 500 KW e que ainda são atendidos pelo mercado cativo. Isso sem contar a possibilidade, também prevista em lei, de consumidores se reunirem por comunhão de interesse de fato (localizados em área contíguas, sem separação de via pública) ou de direito (filiais de um mesmo CNPJ, desde que atendidas em um mesmo submercado).<br><br>Mas a expansão ainda esbarra na falta de conhecimento sobre o mercado e na burocracia. Justamente por isso, a CCEE encaminhou à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a proposta de criação da figura do "comercializador varejista", que poderia assumir o papel de realizar a ponte entre o gerador de energia incentivada e os consumidores especiais, assumindo todas as responsabilidades perante a CCEE e outras instituições de sua atuação no mercado livre, de modo a simplificar as operações.<br><br><strong>(Luciana Collet)</strong> ]]></description><pubDate>7/2/2012</pubDate></item><item><title><![CDATA[PERSPECTIVA ENERGIA: Mercado de energia livre continuará crescendo em 2012]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=47]]></link><description><![CDATA[ <p align="justify">São Paulo, 1 de fevereiro de 2012 - O mercado livre de energia deve continuar crescendo em 2012, impulsionado pelo aumento da demanda, pelos preços baixos e segmento mais convidativo que o mercado cativo. Além disso, espera-se por mudanças regulatórias que estimulem a entrada de novos agentes. Dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) apontam um crescimento de quase 14% no número de agentes entre 2010 e 2011. Na comparação com 2006, quando existiam 804 agentes registrados, o crescimento chega a quase 100%. <br>  <br>  No mercado livre, o consumidor (que pode ser, por exemplo, uma empresa de médio/grande porte, uma comercializadora ou uma distribuidora) escolhe seus fornecedores de energia. No cativo, por sua vez, a energia é negociada em leilões. <br>  <br>  Criado no Brasil pela Lei Federal n 9.074/95 e Resolução 281 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de 1999, o mercado livre de energia  <br>  exige para um filiado demanda superior a 3 megawatt (MW) e tensão maior que 69 quilovolts (kV), demanda superior a 3 MW atendido em qualquer tensão desde que o consumidor tenha sido ligado após 8 de julho de 1995, e consumidores ou conjunto de consumidores reunidos por comunhão de interesses, cuja carga seja maior ou igual a 500 kW, atendido em qualquer tensão, desde que adquiram energia de PCH (Pequenas Centrais Hidrelétricas) ou de fontes eólica, biomassa ou solar.<br>  <br>  Para Fernando Umbria, assessor de diretoria da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais e de Consumidores Livres (Abrace), o cenário <br>  atual aponta para uma tendência de sobras de energia no mercado, um reflexo direto da crise financeira global, e esse fato pode impactar diretamente nos <br>  preços, deixando-os em patamares menores, fomentando as negociações no ambiente livre. &quot;O segmento industrial não teve crescimento esperado. E esse é um problema muito mais conjuntural do que estrutural. Os projetos foram mantidos, mas o mercado não respondeu como se esperava&quot;, disse. Outra <br>  tendência apontada por Umbria é a diminuição nas negociações dos contratos de longo prazo (com duração de três a cinco anos). <br>  <br>  João Carlos Mello, presidente da Andrade &amp; Canellas, consultoria especializada no setor elétrico, acredita que o crescimento do mercado livre de<br>  energia está ligado à mudanças regulatórias. &quot;As regras atuais precisam ser melhoradas&quot;, avaliam. O consultor explica que a grande pauta do setor junto<br>  à Aneel e ao Ministério de Minas e Energia seria a diminuição de níveis de demanda exigida para se poder ingressar no segmento, o que possibilitaria a <br>  entrada de novos agentes. &quot;Esse projeto já foi e voltou do Congresso, mas o Ministério de Minas e Energia já afirmou que tem autonomia para regular sobre o assunto. Seria bom para o país e para a economia se a medida entrasse em prática o mais rápido possível&quot;, afirmou. a Abrace, segundo Umbria, aprova a mudança. &quot;Mas ainda não recebemos nenhuma sinalização do Governo sobre essa mudança&quot;, disse.<br>  <br>  Dados da Andrade &amp; Canellas mostram que ao reduzir a faixa de demanda de 3 MW para 2 MW, o ambiente de consumo livre passaria dos atuais 26% - de acordo com números da CCEE - para até 37%. Uma nova redução para 1 MW faria com que esse número saltasse para até 42%. &quot;O limite de crescimento atual permite expandir até 30%&quot;, explicou.<br>  <br>  Uma diminuição na exigência de demanda dos consumidores menores, aqueles que compram energia de fonte incentivada, também seria fundamental para aumentar a migração do mercado cativo para o livre. &quot;Poderíamos dobrar o mercado em termos de MW médios. Já o número de agentes poderia até ser 15 vezes maior&quot;, disse Cristopher Vlavianos, presidente da comercializadora de energia Comerc, que detém 13% de participação de mercado no ambiente livre e tem planos de crescer 30% em 2012. Um fator apontado por Vlavianos para o patamar atual é a desinformação de muitos agentes em potencial. &quot;O mercado livre é relativamente novo e muitas empresas não têm informação sobre o seu funcionamento&quot;, comentou. <br>  <br>  <strong>Plataformas Eletrônicas</strong><br>  <br>   Em 2010, o Ambiente de Contratação Livre (ACL) movimentou, em média, R$ 25 bilhões, segundo a plataforma de negociação de energia Brix.     <br>  No segundo semestre de 2011 surgiram duas plataformas eletrônicas de negociação de energia no mercado livre. Ambas fazem projeções otimistas para<br>  2012.<br>  <br>  A Brix, que tem como sócios a Intercontinental Exchange (ICE) e o grupo EBX, do empresário Eike Batista, espera crescer de 70 participantes para 170 <br>  em 2012. &quot;Mais importante do que aumentar o número de agentes, é aumentar também o volume de energia negociada&quot;, disse o presidente Marcelo Mello.<br>  <br>  A plataforma fechou 2011 com 1,6 milhão de megawatt/hora (MWh) negociados e 1.450 negócios. Mello afirmou que a Brix prepara-se para entrar numa segunda fase do projeto, que prevê o lançamento de contratos futuros com liquidação financeira. &quot;Com isso, as instituições financeiras também poderão participar da plataforma&quot;, disse Mello. A Brix também pode ter novos produtos neste ano. <br>  <br>  A outra plataforma eletrônica, a BBCE, foi lançada no final de 2012. De acordo com o seu presidente, Flavio Cotellessa, as operações devem ser <br>  iniciadas no final de fevereiro. O projeto nasceu com 12 sócios, mas Cotelessa projeta quintuplicar esses números mais a longo prazo. &quot;O mercado de energia em si vai crescer. Com isso, existe a tendência de que mais agentes migrem para o mercado livre&quot;, ressaltou. </p>]]></description><pubDate>1/2/2012</pubDate></item><item><title><![CDATA[Indústria consome só 3% a mais de energia em 2011]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=40]]></link><description><![CDATA[<p>Coluna MERCADO ABERTO, FOLHA DE SÃO PAULO, 01/02/2012 (MARIA CRISTINA FRIAS - cristina.frias@uol.com.br)<br><br>O consumo industrial de energia cresceu apenas 3% em 2011, reflexo de redução de investimentos e fechamento de fábricas no país.<br><br>O resultado é muito inferior às estimativas de mais de 4% do início do ano passado, segundo Cristopher Vlavianos, da gestora independente Comerc Gestão, que calcula o índice.<br><br>O número registrado ao final do ano também se distancia da alta de 4,2% verificada no primeiro semestre.<br><br>  &quot;O aumento do consumo no ano ficou muito aquém do esperado. A maior queda foi nas empresas que competem com o mercado externo&quot;, diz.<br><br>Além do impacto da crise na Europa, que compromete exportações, o alto preço da energia no país contribui para o crescimento modesto, segundo Carlos Faria, da Anace (Associação Nacional dos Consumidores de Energia).<br><br>  &quot;Esse consumo em 2011 também ocorreu porque no Brasil há uma das energias mais caras do mundo. A associação viu muitas companhias postergarem investimentos de ampliação e até fecharem instalações, influenciadas por energia&quot;, diz Faria.<br><br>O setor de siderurgia e metalurgia teve alta de 5,9%, enquanto o têxtil teve a maior queda, abalado por importações. A CCEE (câmara de comercialização) aponta consumo de 494,9 mil GWh em 2011, ante 478,9 mil GWh em 2010. </p>]]></description><pubDate>1/2/2012</pubDate></item><item><title><![CDATA[Mercado livre pode ter mais 15 mil consumidores de energia]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=33]]></link><description><![CDATA[<p>Coluna MERCADO ABERTO, FOLHA DE SÃO PAULO, 19/01/2012 (MARIA CRISTINA FRIAS - cristina.frias@uol.com.br)<br><br>  O Brasil tem mais de 15 mil empresas com um perfil de consumo de energia que pode levá-las ao mercado livre, segundo estudo da gestora e comercializadora Comerc.<br>  <br> Tais empresas entrariam como consumidores especiais, que são aqueles que podem atuar no mercado livre com 0,5 MW, desde que consumam de fontes de energia limpas incentivadas pelo governo. Já o consumidor livre tradicional necessita de uma demanda de 3 MW para que possa contratar energia de qualquer gerador.<br>  <br> O mercado livre, de energia convencional e incentivada, tem hoje uma carga de aproximadamente 12,5 mil MW médios, segundo Cristopher Vlavianos, presidente da Comerc.<br>  <br>&quot;Há um montante calculado pela EPE de empresas com demanda acima de 500 kW, de 24,5 mil MW médios de consumo. Existe, portanto, potencialmente, um montante adicional de 12 mil MW médios que poderiam estar no mercado livre, mas são cativos ainda&quot;, afirma Vlavianos.<br>  <br> Como a oferta de energia limpa incentivada está abundante e os preços satisfatórios, 2012 deve registrar um aumento da migração, segundo a empresa. Os consumidores especiais costumam ser empresas como shoppings, supermercados, hospitais e hotéis. O governo estuda a possibilidade de reduzir de 3MW para 1 MW o piso para o consumo de energias convencionais no país.<br>  <strong><br>  NÚMEROS</strong><br> <strong><br>  12.500 MW médios</strong> é a carga do mercado livre<br>  <strong>12.000 MW médios</strong> poderiam estar no mercado livre, mas permanecem no cativo<br>  <strong>0,5 MW</strong> caracteriza os consumidores especiais<br>  <strong>3 MW</strong> é o piso que o governo determina para o consumo de energias convencionais no país<br> <strong>24.500 MW médios</strong> é o montante de consumo de empresas com demanda acima de 500 kW<br></p>]]></description><pubDate>19/1/2012</pubDate></item><item><title><![CDATA[Mercado Livre de Energia Elétrica]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=32]]></link><description><![CDATA[<object width="420" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hYafFTYzsWc?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/hYafFTYzsWc?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br><br>O "Jornal das Dez" veiculou uma matéria sobre o Mercado Livre de Energia Elétrica e contou com a participação do Cristopher A. Vlavianos, presidente da Comerc Energia. <br><br>O crescimento do consumidor especial e a economia proporcionada pela migração para o Mercado Livre foram temas dessa reportagem exibida ontem pela repórter Laura Cassano, da Globo News.]]></description><pubDate>12/1/2012</pubDate></item><item><title><![CDATA[Preparação para o Natal aumenta o consumo de energia]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=30]]></link><description><![CDATA[<link href="file://///Servidor/publico/comerc/site2011/site/css/estilo.css" rel="stylesheet" type="text/css"><p>Weruska Goeking   (wgoeking@brasileconomico.com.br) <br>  <br>O Índice Setorial Comerc apurou aumento de 0,88% no consumo industrial de energia elétrica em novembro nas unidades sob gestão da empresa, quando comparado ao mês anterior.<br><br> indicador é disponibilizado pela Comerc Gestão, gestora independente de energia elétrica.<br><br>A maior variação positiva, de 2,41%, foi observada no setor de alimentos, cuja produção é tipicamente alavancada pelas comemorações de fim de ano.<br><br>Outro destaque foi o setor de comércio e varejo, com consumo 1,79% superior, influenciado pelo uso de ar-condicionado e decorações natalinas.<br><br>  Dentre as variações negativas, vale mencionar a queda de 2,11% no setor de eletroeletrônicos decorrente da menor produção em novembro, período anterior à concessão pelo governo do benefício de redução no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para produtos da linha branca.<br>  <br>Em comparação com o mesmo período do ano anterior, o Índice Setorial Comerc também registrou aumento no consumo de energia, de 1,47%, com destaque para dos setores de mineração (9,23%) e siderurgia e metalurgia (9,68%).<br><br>  <a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/preparacao-para-o-natal-aumenta-o-consumo-de-energia_111144.html" target="_blank"><font color="#666666"><u><strong>Brasil Econômico Online</strong></u></font></a></p>]]></description><pubDate>29/12/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[Setor de alimentos puxa demanda por energia na indústria - Comerc]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=29]]></link><description><![CDATA[<p>SÃO PAULO, 28 Dez (Reuters) - O setor de alimentos puxou a demanda por energia nas indústrias em novembro, diante do aumento do ritmo de produção com a proximidade das festas de fim de ano, apontou nesta quarta-feira o Índice Setorial Comerc, gestora independente de energia elétrica.<br>  <br>  De maneira geral, o consumo industrial de energia em novembro subiu 0,88 por cento sobre outubro nas unidades sob gestão da empresa, de acordo com o índice. O setor de alimentos teve a maior variação positiva, com alta de 2,41 por cento.<br> <br>  Em comparação com novembro de 2010, o Índice Setorial Comerc apresentou aumento no consumo de energia de 1,47 por cento. Os destaques positivos foram os setores de mineração (9,23 por cento de alta) e de siderurgia e metalurgia (9,68 por cento de avanço).<br>  <br> Comerc se qualifica como a maior gestora independente de energia elétrica do país, responsável por gerir 13 por cento da carga de energia de consumidores livres. </p>]]></description><pubDate>28/12/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[	Cenário econômico leva a queda de preços da energia no mercado livre ]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=26]]></link><description><![CDATA[Faltando pouco para o final do ano, o governo federal se prepara para a divulgação do  resultado do Produto Interno Bruto (PIB), que, segundo analistas de mercado, poderá  apontar um crescimento abaixo dos 3%. Um sinalizador de que a economia brasileira está  em desaquecimento. Com isso, o mercado livre de energia elétrica, que desde o primeiro  semestre deste ano apresentava uma tendência de baixa nos preços, começa ter um  movimento ainda maior de queda nos valores. A consequência é que os custos de  contratação estão cada vez mais baixos, momento atípico para o setor. Para o presidente da  Associação Brasileira de Comercializadores de Energia (Abraceel), Reginaldo Medeiros, &quot;o  mercado livre é muito sensível à oferta&quot; e &quot;caindo a atividade industrial, caem os preços&quot;.  &quot;Essa tem sido a tendência&quot;, aponta o executivo. A mudança nos custos, porém, não afeta a  atividade das comercializadoras - o que acontece é justamente o contrário. &amp;ldquo;Este ano,  apesar do período seco, houve um aumento de 20 pontos percentuais nas vendas de energia  contratada no ambiente livre, se comparado com o ano passado. Há uma certa tranquilidade  para firmar novos contratos&amp;rdquo;, explica o presidente da Comerc Comercializadora,  Christopher Vlavianos. Ele lembra que os preços estão caindo também na geração, com  leilões, como o de energia eólica, alcançando preços finais para o consumidor cativo de  R$99 por MWh - e com tendência de queda ainda maior. &quot;A perspectiva para o futuro é  mais tranquila ainda, a não ser que fatores, que mexeram com o mercado nos últimos anos,  se repitam em 2012&quot;, avalia Vlavianos. Numa análise bem direta, os reflexos da grande  oferta pode ser atribuída a alguns fatores: a indústria produziu em menor escala, o que vai  refletir no PIB do País; os níveis dos reservatórios de todos os subsmercados estão bons,  confortáveis entre 2011/2012; o período de chuva está na média e poderá impactar no preço  e, consequentemente, tornar os contratos mais interessantes. &quot;Se não houver mudanças  bruscas e um período chuvosos bom passaremos 2012 com folga. Hoje, os preços para o mercado livre estão entre R$84 e 85/MWh para a energia convencional. Veja que, em 2010, a variação ficava entre os R$100 e 105/MWh.&quot;, analisa o diretor da Ecom  Energia, Paulo de Toledo. Diante dessas possibilidades, Toledo aposta num crescimento  mais &quot;vegetativo&quot; do mercado livre em 2012 - algo entre 10 e 15% no ano, com a oferta de  fontes incentivadas. &quot;Hoje, para o mercado livre encontramos energia de PCHS, biomassa e  a eólica - cujos preços estão caindo rapidamente. E isso, sem dúvida, ajuda a economia&quot;,  pontua. O executivo acredita também que uma mudança nos critérios de adesão ao mercado  livre, para permitir que mais consumidores possam aderir ao segmento, poderá dar mais  robustez para a comercialização. &quot;Hoje, esse mercado é de 27% (do total). Com a (mudança  na) legislação é esperado um crescimento para em torno dos 32%, se levarmos em conta  5% de potencial, que ainda é pouco. O que nós pretendemos é que o governo considere  consumidores de micro e pequenas empresas com consumo entre 100kV e 500kV (como  livres). Sabemos que não existe um impedimento técnico para essa migração e o mercado  está pronto para atender essa demanda&quot;, afirma o diretor da Ecom. Já o gerente do núcleo  de Regulamentação, Tarifas e Mercado da consultoria Andrade &amp;amp; Canellas, Ricardo  Savoia, avalia que o cenário de preços baixos deve seguir. &quot;A expectativa ainda é inferior  para a demanda, mas não para a oferta. A tendência da curva (de preço) é para baixo para  os próximos dois anos&amp;rdquo;, diz.  (Por Ivonete Dainese e Luciano Costa)]]></description><pubDate>9/12/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[	Consumo industrial de energia cai 0,45% em setembro, diz Comerc ]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=25]]></link><description><![CDATA[Consumo industrial de energia cai 0,45% em setembro, diz Comerc SÃO PAULO (Reuters) - O consumo de energia elétrica da indústria teve   redução de 0,45 por cento em setembro ante agosto, resultado   influenciado pela diminuição da produção industrial, segundo o Índice   Setorial da Comerc Gestão, gestora independente de energia elétrica   responsável por 13 por cento da carga de energia de consumidores livres   no Brasil.  "Após aceleração na atividade da indústria como preparação para as   demandas de fim de ano, até agosto, muitos setores alcançaram o nível de   estocagem planejado e retomaram o ritmo habitual de produção", informa a   companhia, em nota divulgada nesta segunda-feira.  Apesar da redução, a Comerc considera que as oscilações estão em linha   com a tendência de estabilização até o fim do ano.  Dos 15 setores analisados no período, 10 apresentaram queda no consumo   em relação a agosto, com destaque para o setor de veículos e autopeças,   cujo consumo foi 5,92 por cento menor.  Por outro lado, o segmento de embalagens registrou o maior crescimento   do consumo de energia em setembro ante agosto, com alta de 3,03 por   cento. Já o segmento de vidros consumiu 2,39 por cento a mais e o de   química e petroquímica teve elevação de 2,26 por cento no consumo de   energia elétrica.  Na comparação com setembro de 2010, o setor de vidros reduziu o consumo   em 12,5 por cento e o segmento de veículos e autopeças consumiu 6,92 por   cento a menos.  Já a principal alta no consumo na comparação anual é do segmento de   mineração, com alta de 5,65 por cento.  (Reportagem de Anna Flávia Rochas)]]></description><pubDate>31/10/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[	Agentes lançam plataforma para negociar energia no mercado livre ]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=24]]></link><description><![CDATA[Economia Agentes lançam plataforma para negociar energia no mercado livre SÃO PAULO (Reuters) - As comercializadoras da energia elétrica Comerc Energia, Ecom Energia, Grupo Delta Energia, CMU Energia, SOLenergias e Capitale Energia anunciaram o lançamento de uma nova plataforma de negociação de energia no mercado livre nesta terça-feira. O projeto está aberto à participação de outros interessados e novos agentes devem aderir formalmente à plataforma, conforme nota divulgada pelo grupo das comercializadoras. Com estreia das negociações prevista para janeiro de 2012 e investimento inicial de 12 milhões de reais, o projeto foi apresentado na Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), conforme adiantou a Reuters. No início de outubro, fontes afirmaram à Reuters que comercializadoras de energia no mercado livre estavam preparando o lançamento de uma nova plataforma de negociação que rivalizaria com a Brix, bolsa de energia lançada em julho e que tem entre os sócios o empresário Eike Batista e a IntercontinentalExchange (ICE). A nova plataforma de negociação de energia estima ter faturamento anual acima do valor investido a partir de seu terceiro ano de operação. A meta é operar em torno de 2 mil megawatts-médios ao mês no primeiro semestre de operação, considerando apenas os sócios fundadores atuais. (Reportagem de Anna Flávia Rochas) http://veja.abril.com.br/noticia/economia/agentes-lancam-plataforma-para-negociar-energia-no-mercado-livre]]></description><pubDate>25/10/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[		Comercializadoras não temem efeitos da crise sobre o mercado de energia ]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=23]]></link><description><![CDATA[A crise na Europa e nos Estados Unidos e seus possíveis reflexos sobre a atividade econômica no Brasil não são assuntos que preocupem as empresas que atuam na compra e venda de energia elétrica. As comercializadoras afirmam que o que já pode ser sentido é uma redução dos preços e uma desaceleração do mercado livre, mas nada que seja motivo de alarde. Segundo Marcelo Ávila, vice-presidente da Comerc Energia, o mercado estava acompanhando o crescimento do PIB, que era previsto para algo em torno de 4,5% e 5%, mas que deverá terminar o ano em 3,5%. &ldquo;A gente estava falando, até três meses atrás, em uma contratação (a valores) entre R$125 e R$120 por MWh. E agora está entre R$90 e R$100 por MWh - está mais para baixo&rdquo;. Mas a própria queda dos preços não seria ruim, uma vez que a tendência do mercado é justamente buscar oferecer preços mais baixos, promovendo a concorrência no setor. &ldquo;A única situação ruim para as comercializadoras é se o preço está estável. Muito alto ou muito baixo é onde a gente tem a oportunidade de negociar&rdquo;, opina diretor comercial da Tradener, Jorge Tadeu Caliari. Caliari não quer falar em preços, que seriam uma referência "um pouco complicada de se dar", mas afirma que o valor no mercado livre &ldquo;é significativamente menor que das distribuidoras&rdquo;. Mesmo vendo uma rentabilidade cada vez mais apertada, causada também por um aumento na própria concorrência entre as comercializadoras, a Electra Energy é outra empresa que vê a oportunidade nos preços baixos. &ldquo;Se você analisar de forma macro, é um bom momento de mercado, porque o consumidor vai para o mercado livre para ter economia", afirma César Divardin, diretor presidente da companhia. Com essa redução, a consequência seria de mais clientes interessados em migrar para este mercado. (Por Natália Bezutti, de Joinville-SC) ]]></description><pubDate>23/10/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[	Mercado livre quer ao menos 27% da energia de concessões ]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=22]]></link><description><![CDATA[Mercado livre quer ao menos 27% da energia de concessões Os consumidores livres de energia querem garantir que terão direito de contratar pelo menos 27% da energia amortizada das concessões de geração de energia que vencem a partir de 2015, segundo o diretor-executivo da Associação Nacional dos Consumidores de Energia (Anace), Lúcio Reis. "Entendemos que pelo menos 27% de toda energia amortizada teria que vir para o mercado livre", disse. Esse porcentual é referente à participação dos consumidores livres no total do mercado de energia brasileiro. Diante da indefinição sobre as concessões do setor elétrico vincendas em 2015, há incerteza no mercado sobre a oferta de contratos de energia futuros e o percentual que ficará destinado ao mercado livre. "A principal preocupação é que com a renovação das concessões haja um impedimento do vendedor em escolher para quem quer vender energia", disse o presidente da consultoria Andrade &amp; Canellas, João Carlos de Oliveira Mello. "Vendas futuras estão constrangidas por essa incerteza. Existem contratos que estão vencendo e o mercado livre é um mercado que está crescendo", afirmou Mello. Cerca de 17 mil MW médios de energia ficariam disponíveis para contração em todo o mercado já considerando os contratos que começam a vencer em 2012. A incerteza em relação ao futuro dessa energia ainda não chega a influenciar diretamente o comportamento do consumidor livre nas negociações, atualmente, segundo o presidente da gestora independente de energia Comerc, Cristopher Vlavianos. "Existe uma liquidez contratual que dá um conforto para o consumidor não ficar preocupado em fazer contrato de longo prazo", disse. Amortização Uma das principais preocupações do mercado livre é que o governo considere que os consumidores livres também colaboraram para amortização dos investimentos nas usinas que têm concessões a vencer. Como grande parte dos investimentos realizados na construção dessas usinas já foi amortizada, o entendimento é que o novo preço a ser pago pela energia em contratos futuros teria que ser menor. Caso o consumidor livre saia em desvantagem em relação ao cativo na obtenção dos benefícios de amortização no preço da energia, não há tempo para que ele retorne ao mercado regulado, destaca o presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), Paulo Pedrosa. De acordo com a regulação, o consumidor livre deve formalizar o retorno ao mercado cativo com antecedência de cinco anos. "Em tese, nós já perdemos o bonde", disse Pedrosa. (http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201110211806_RTR_1319220389nN1E79K199)]]></description><pubDate>21/10/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[Preços de energia para 2012 estão abaixo de R$100/MWh ]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=21]]></link><description><![CDATA[Preços de energia para 2012 estão abaixo de R$100/MWh SÃO PAULO, 21 de setembro (Reuters) - Os preços de energia elétrica convencional para 2012 variam entre 85 reais a cerca de 100 reais por megawatt-hora (MWh), e tendem a um viés de baixa com a entrada do período úmido. Na avaliação de representantes de comercializadoras de energia consultadas pela Reuters, o atual cenário no mercado livre é de sobras contratuais e reservatórios de hidrelétricas em níveis confortáveis, resultando em um Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) também baixo. O PLD, que serve como base para os preços de energia no mercado livre, está em uma média 19,66 reais por MWh no Sul e em 23,56 reais por MWh nos demais submercados, atualmente. Esse preço já chegou a superar os 500 reais por MWh em períodos de baixa quantidade de chuva, como em janeiro de 2008. "Estamos praticamente emendando um período úmido no outro", disse o presidente da comercializadora de energia Comerc, Cristopher Vlavianos, ao destacar que os preços de energia para 2012 estão entre 85 reais MWh e 90 reais por MWh, valores considerados baixos para energia de fontes convencionais. O sócio-diretor da comercializadora Ecom Energia, Paulo Toledo, afirmou que é possível encontrar energia para 2012 a entre 90 reais e 95 reais por MWh. "Considerando a situação em que os reservatórios estão hoje, provavelmente os preços devem continuar nesse patamar... E também não há tanto espaço para o preço reduzir muito." Também apostando em um regime hidrológico dentro do normal, o diretor da comercializadora Compass, Paulo Mayon, avalia que o cenário é de tranquilidade para os consumidores livres. "Estamos falando de um mercado que veio, no primeiro semestre, em um viés de estabilidade com preços na casa dos 115 reais por MWh a 110 reais por MWh para 2012, e chegamos num momento em que se está comprando energia para 2012, hoje, abaixo de 100 reais por MWh", disse Mayon. Nas últimas semanas, o PLD até chegou a apresentar um aumento. O PLD é calculado com base em dados sobre disponibilidade de usinas, volume dos reservatórios, previsão de afluência e restrições de segurança do Sistema Interligado Nacional (SIN), Apesar disso, o presidente-executivo da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), Reginaldo Almeida de Medeiros, considera que a tendência é de que o PLD volte a cair em breve. O início do período úmido está previsto entre meados de outubro ou início de novembro. PROJEÇÃO DA DEMANDA Ainda há incertezas nas projeções de aumento de carga para 2012 e 2013, já que as indústrias, principais consumidoras de energia, também não têm definidas claramente as estimativas de aumento de produção para esse biênio, disse Mayon, da Compass. Em 2011, o crescimento do consumo de energia elétrica no país deve ser de 3,6 por cento, conforme revisão para baixo da estimativa pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). A projeção inicial era de avanço de 5,4 por cento. Para 2012, a estimativa da EPE é de que o crescimento do consumo de energia elétrica no país volte a acelerar. "Mas mesmo que tenha uma aceleração de consumo de energia no ano que vem, na hora da contratação, os consumidores são mais conservadores... Ter sobra de energia não é bom para o consumidor", explicou Vlavianos, da Comerc. Segundo ele, mesmo com previsão de maior demanda, os consumidores não costumam ficar 100 por cento contratados. "Em termos de contratação , tem uma liquidez contratual grande do mercado... Tem bastante gerador vendendo energia", acrescentou. Considerando que os consumidores costumam não realizar sobre-contratação, as comercializadoras de energia tendem a registrar aumento nos volumes de negociação no próximo ano, diante da realização de ajustes da demanda dos consumidores livres. "Para o ano que vem o mercado livre deve ter boas perspectivas de colocação da energia que está sobrando" disse Medeiros, da Abraceel. ( Por Anna Flávia Rochas)]]></description><pubDate>21/9/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[	Coluna Mercado Aberto "Energia no Bagaço" ]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=20]]></link><description><![CDATA[ENERGIA DO BAGAÇO Ainda com baixa participação no total da geração de energia elétrica no Brasil, a bioeletricidade deve seguir sem destaque nos próximos leilões devido à dificuldade que o setor enfrenta para oferecer preços competitivos. Energia produzida nas centrais de cogeração a partir da biomassa da cana, a bioeletricidade representa hoje mais de 5% da geração no país, segundo a Cogen (associação do setor de cogeração). A capacidade de geração instalada no país, vinda do bagaço de cana, é hoje de 6.083 MW, distribuída em 692 unidades geradoras. Há potencial de crescimento, mas, nos últimos leilões de energia, o volume total de bioeletricidade cadastrado foi de 4.580 MW e o montante comercializado, de 177 MW apenas, segundo a Cogen.O baixo resultado é atribuído aos preços, que ainda não conseguiram se tornar competitivos com outras fontes. "Estamos em diálogo com órgãos do governo para ajudar a desonerar a cadeia produtiva e propiciar financiamentos. A eólica já tem desoneração fiscal", afirma Newton Duarte, da Cogen. A biomassa compete com a energia eólica, que tem registrado bons resultados nos últimos anos. O setor tem a seu favor as grandes empresas de equipamento, que, com as crises na Europa e nos EUA, voltaram suas atenções ao Brasil, segundo Cristopher Vlavianos, da Comerc. Cerca de 80% do custo de implementação dos projetos de eólica está no equipamento, segundo ele. "O momento é favorável, pois os fabricantes estão facilitando as vendas. A bioeletricidade não leva essa vantagem, porque sua composição de custos é bem diferente, envolve outros fatores." O tema será tratado no Enase (encontro de agentes do setor),no Rio, em outubro. (Joana Cunha) ]]></description><pubDate>14/9/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[		"Certificado de Energia Renovável" no Portal Energia Hoje ]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=19]]></link><description><![CDATA[Vagas para carros elétricos O Shopping Iguatemi de São Paulo passou a oferecer vagas próprias para estacionamento deveículos elétricos, equipadas com pontos de recarga. O serviço por enquanto é grátis. A nova unidade recém-inaugurada, em Alphaville (SP), também terá serviço semelhante. A eletricidade consumida pelo grupo Iguatemi nas unidades de São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Florianópolis e São Carlos provém de contratos firmados no mercado livre desde 2007 a partir de fontes incentivadas (PCHs, bioeletricidade e eólicas). O grupo evitou entre 2009 e 2010 emissão de gases de efeito estufa equivalentes ao replantio de 21 mil árvores, por 30anos. O cálculo foi feito pela comercializadora Comerc em parceria com Sinerconsult Consultoria, com base em dados fornecidos pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e na metodologia GHG Protocol. www.energiahoje.com ]]></description><pubDate>29/7/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[Preços do mercado livre estão 30% mais baixos este ano ]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=18]]></link><description><![CDATA[Jornal DCI: "Preços do mercado livre estão 30% mais baixos este ano" A nova redução do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), uma espécie de sinalizador para os preços negociados nos contratos de compra de energia no mercado à vista, confirma o bommomento para os consumidores livres fecharem acordos de compra. Atualmente, é possível fechar contratos de um ano com preços até 32% mais baixos do que os encontrados no início de 2011, e isso em pleno período seco na maior parte do Brasil, época em que os valores são tradicionalmente mais altos para os consumidores livres de energia, parcela da demanda que responde por 27% da carga do sistema elétrico brasileiro. Com os valores divulgados na sexta-feira pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a média verificada para esses indicadores está cerca de 75% mais baixa este ano do queem 2010. A opinião de comercializadores independentes do insumo é de que este é o momento certo para quem precisa cobrir a sua demanda de energia em aberto. Isso porque os valores estão bem próximos ao mínimo possível de ser atingido. De acordo com Paulo Toledo, sócio diretor da Ecom Energia, este cenárioera impensável no início do ano. "No final de 2010 havia uma expectativa de redução dos reservatórios ao cenário mais pessimista. Com as chuvas de janeiro e março, porém, estamos em meados do período de seca no Brasil e ainda assim o nível de armazenamento de água está dentro da perspectiva mais otimista para a determinação dos preços da energia", analisou o executivo. Como consequência dessa situação, continuou Toledo, o valor mais baixo do PLD levou auma queda dos contratos de mais curto prazo, até um ano. Ele disse que os acordos fechados no início do ano estavam em um patamar de até R$ 140 por megawatt-hora (MWh); já este mês houve contratos negociados a R$ 98 por MWh para um horizonte de 12 meses. Para ele, a tendência é de manter essa média com a perspectiva de manutenção dos níveis normais de chuva, segundo a previsão da meteorologia para o resto do ano. No entanto, até o início do período de chuvas o valor do PLD deverá voltar a subir um pouco, à casa dos R$ 30 por MWh e chegar ao pico de cerca de R$ 40 por MWh. "Este ano não passa desse patamar", acredita Toledo. Essa questão da meteorologia é decisiva para o comportamento dos preços para o mercado livre. Marcelo Ávila, diretor da Comerc Energia, lembrou que, apesar de o País viver esse período seco, as chuvas ocorrem no lugar certo, nas bacias dos reservatórios. A vazão dos rios que formam os lagos das usinas está em 120%, um quinto acima da média prevista. Além disso, há outro fator que pressiona os preços para baixo: a entrada das usinas a biomassa, que aumentam a oferta de energia com a safra da cana-de-açúcar. "A queda dos preços dos contratos tem em seu componente a redução do PLD e do ágio que também é cobrado. Hoje esse spread está em R$ 5 por MWh, mas chegou a R$ 30 por MWh", disse o executivo da Comerc. "Porém, como estamos próximos ao mínimo permitido, a tendência é de que os valores se elevem, pois o gerador pode não querer vender energia pela falta de possibilidade de remuneração de seu investimento", completou ele. Apesar dos preços mais convidativos, Ávila comparou o comportamento do mercado livre ao dos investidores do mercado financeiro. "É o mesmo efeito psicológico que temos na bolsa de valores: o investidor espera ao máximo para comprar papéis e assim conseguir rentabilidade ótima", comparou. Para ambos a renovação não será um problema para o longo prazo. Toledo acredita em pressão somente a partir de 2012,e Ávila diz que as usinas estarão lá para vender a energia, mesmo que mude de concessionário. (Maurício Godoi) ]]></description><pubDate>25/7/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[Comerc muda marca e espera ultrapassar faturamento de R$400 milhões este ano]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=17]]></link><description><![CDATA[<p>No ano que completa uma década, em dezembro, da concessão do registro de comercialização a Comerc decidiu mudar a marca para reforçar sua forma de atuação no mercado. "A marca não foi criada para uma nova Comerc. A marca foi criada para expressar o que é o trabalho da Comerc nos últimos dez anos", explicou Cristopher Vlavianos, presidente da companhia, em entrevista à Agência CanalEnergia. Com isso, os braços operacionais passam a se chamar Comerc Gestão e Comerc Trading e a empresa-matriz, Comerc Energia.<p><p>A empresa contratou a Brander para o projeto de reformulação da marca. A consultoria fez uma pesquisa junto aos agentes de mercados para saber o conceito da Comerc. " A pesquisa chegou a um conceito da Comerc como um trabalho de parceria. A ideia era redesenhar a marca, modernizar a marca", observou. A preocupação do grupo foi também mostra a separação entre as áreas de comercialização e de gestão da energia para o mercado. "Até no conceito geral, a parte de gestão e trading tem um certo conflito. Você não pode aconselhar um cliente a comprar e vender e não pode estar com o produto na prateleira para vender. Então o time tem que ser muito bem dividido", frisou Vlavianos.</p><p>Devido à realidade do mercado, a Comerc evita fazer comercialização interna entre seus próprios clientes consumidores e geradores. "Quando é bom para o consumidor comprar energia não é bom de vender e vice-versa. Por isso, dificilmente, fazemos negócios entre os consumidores e vendedores, exatamente, pelo objetivo de posicionar essas empresas da melhor maneira possível no mercado", explicou o executivo.</p><p>A renovação da marca vem acompanhada de um aumento expressivo do faturamento da Comerc, que deve ter em 2011, seu melhor ano, segundo Vlavianos. "Com certeza esse será o melhor ano da Comerc", resumiu o sentimento. Isso vem da projeção de um faturamento acima dos R$ 400 milhões este ano, contra R$ 325 milhões em 2010. O grupo quer ainda aumentar a carteira de clientes na área de gestão para geradores, em 25%, e de consumidores, em 20%, sobre os números atuais de 48 e 197 unidades administradas, respectivamente.</p><p>A Comerc é a maior gestora independente&nbsp;de energia do mercado brasileiro, de acordo com Vlavianos, com 13% das unidades no mercado e 14% da carga. Além disso, a empresa é uma das três maiores comercializadoras independentes do país. Na área de trading, os volumes médios mensais já estão 80% acima dos registrados no ano passado, adiantou o executivo. A nova marca da companhia já está presente no site da Comerc, que também passará por reformulação.</p><p>Fonte: Canal Energia (<A href="http://www.canalenergia.com.br" target="_blank">www.canalenergia.com.br</A>)</p>]]></description><pubDate>21/6/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[Comerc muda marca pela primeira vez em dez anos]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=16]]></link><description><![CDATA[<p>As novas cores da marca passam a ser um azul luminoso e o branco.</p><p>A alteração foi decidida a partir de pesquisa com clientes, parceiros e associações do mercado de energia elétrica para compreender as percepções sobre a marca Comerc.</p><p>A Comerc responsável pelo gerenciamento de 12% da carga de energia do mercado livre.</p><p>Fonte: Coluna Guilherme Barros (17/06/2011)</p><p><A href="http://colunistas.ig.com.br/guilhermebarros/2011/06/17/comerc-muda-marca-pela-primeira-vez-em-dez-anos/" target="_blank">http://colunistas.ig.com.br/guilhermebarros/2011/06/17/comerc-muda-marca-pela-primeira-vez-em-dez-anos/</A></p>]]></description><pubDate>20/6/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[Exame.com: Ganhando a vida com energia solar]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=15]]></link><description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a energia solar surgiu como uma espécie de panaceia ambiental. Os raios solares são uma fonte praticamente inesgotável, com pequenos impactos ambientais. Seria o melhor dos mundos se já existisse uma forma barata de captar esse tipo de energia.</p><p>Não é o caso. A energia solar é cara — tanto que poucos entre os consumidores mais ricos do mundo, os americanos, estão dispostos a investir até 60&#8201;000 dólares para instalar os painéis que transformam os raios solares na energia que faz suas casas e empresas funcionar.</p><p>"O investimento inicial ainda afasta boa parte da população da energia solar", diz a americana Lynn Jurich, de 31 anos. "Pouca gente quer pôr a mão no bolso para diminuir a conta de luz no longo prazo."</p><p>Lynn vem tentando reduzir a distância entre as boas intenções com o meio ambiente e a disposição de pagar a conta. Há quatro anos, ela deixou um emprego no mercado financeiro para fundar a Sun Run, empresa da Califórnia que vende energia solar para residências.</p><p>Lynn criou um modelo de negócios que reduz muito o valor necessário para gerar eletricidade a partir do sol. A empresa instala painéis solares em casas e condomínios de graça ou por um preço simbólico — em torno de 1&#8201;000 dólares por residência.</p><p>Em troca, os clientes comprometem-se a comprar a energia gerada em seus telhados por 20 anos. Na prática, a Sun Run financia os painéis para os clientes, que pagam na tarifa.</p><p>O interesse pelo mercado de energia renovável surgiu quando Lynn cursava faculdade de economia, no final dos anos 90. Foi quando ela e o colega Edward Fenster, hoje seu sócio, conceberam um modelo parecido com o que puseram em prática na Sun Run. "Muita gente dizia que nossos planos não dariam certo porque o investimento necessário era muito alto", afirma Lynn.</p><p>Hoje, a Sun Run tem painéis instalados em pouco mais de 10&#8201;000 casas nos Estados Unidos. Esses clientes proporcionaram receitas estimadas em 4 milhões de dólares em 2010 — mas a empresa vem quadruplicando de tamanho a cada ano desde sua fundação.</p><p>Apesar do crescimento, a Sun Run ainda não consegue sustentar sua expansão só com os resultados da venda de energia. Porém, os contratos de longo prazo com os consumidores e o potencial de crescimento da empresa têm atraído investidores.</p><p>Fundos como o Sequoia Partners, um dos maiores dos Estados Unidos, já aplicaram mais de meio bilhão de dólares no negócio. "Acredito que a Sun Run possa ser uma das mais importantes geradoras de eletricidade americanas daqui a 20 anos", afirma Lynn.</p><p>O cenário é favorável. Em janeiro, o presidente americano, Barack Obama, anunciou um programa de financiamento a empresas que desenvolvam tecnologias para produzir energia limpa.</p><p>Nos próximos anos, 80 bilhões de dólares serão destinados a esse tipo de negócio no país. A Sun Run parece estar numa posição privilegiada para aproveitar a onda de crescimento.</p><p>"A grande barreira para expandir o uso da energia solar é o preço dos equipamentos", diz Cristopher Vlavianos, fundador da Comerc, empresa brasileira que atua no mercado livre de energia e que acompanha as tendências do setor elétrico. "A solução encontrada pela Sun Run torna essa tecnologia muito mais acessível."</p>]]></description><pubDate>25/5/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[Setor de material de construção reduz consumo de energia ]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=14]]></link><description><![CDATA[<P>Algumas empresas da indústria de material de construção civil começaram a realizar paradas em suas plantas, em mais um sinal da desaceleração no ritmo de crescimento do setor no país.</P><p>O consumo industrial de energia entre as empresas de material vem registrando quedas desde outubro, intercaladas por altas, o que sinaliza "paradas para ajuste de estoque", segundo Marcelo Ávila, vice-presidente da gestora independente de energia Comerc, que apura o índice de consumo de unidades no mercado livre.</p><p>"Em todo o país, há muitos casos de paradas estratégicas para fazer ajustes de estoque. São planejadas, mas demostram redução no ritmo."</p><p>Ávila não atribui o fato a pedidos retirados, apenas à redução na demanda nova.</p><p>Em abril, a redução é estimada em cerca de 6%.</p><p>"Deve haver recuperação em maio e junho, com queda novamente em julho", diz.</p><p>Uma queda de 5,8% em março no faturamento dos fabricantes ante o mesmo mês de 2010 é atribuída ao Carnaval, diz a Abramat (associação do setor), que afirma não haver alarde ainda.</p><p>Apesar disso, a previsão de crescimento das vendas para 2011, feita pela entidade, foi revisada para 7%, ante estimativa anterior de 9%.</p><p>"O total da indústria cresceu 1,77% de janeiro a março. Os materiais básicos caíram 1,42%. Produtos de acabamento cresceram 8,13%", diz Melvyn Fox, da Abramat.</p><p>A queda, segundo Fox, pode estar concentrada nas empresas de materiais básicos, como cimentos e tubos. "As obras lançadas no pico da construção, antes da crise, em 2008, estão agora na fase de acabamento." Materiais de base têm maior participação no faturamento do setor.</p><P>(Jornal Folha de São Paulo)</P>]]></description><pubDate>28/4/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[Coluna Mercado Aberto]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=13]]></link><description><![CDATA[<p>O consumo industrial de energia registrou aumento de 3% no primeiro trimestre deste ano ante igual período de 2010, segundo índice da Comerc.</p><p>O setor de eletromecânica se destacou, com alta de 23,35%. "É um crescimento esperado. O setor se prepara para os eventos que vão demandar infraestrutura", diz Marcelo Ávila, vice-presidente da Comerc. Para 2011, a indústria deve apontar alta de 5,3%.</p><p>(Folha de São Paulo,&nbsp;Coluna Mercado Aberto, Maria Cristina Frias e Joana Cunha)</P>]]></description><pubDate>22/4/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[Grupo Iguatemi recebe certificado por uso de energia renovável]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=12]]></link><description><![CDATA[<p>O grupo Iguatemi, que administra shoppings centers no país, recebeu certificado de energia renovável pelo consumo voluntário desse tipo de fonte entre janeiro de 2009 e dezembro de 2010. De acordo com a Comerc, que participou do projeto, a adoção de energias renováveis evitou a emissão de gases de efeito estufa equivalentes a 21 mil árvores, calculados com base em um projeto de reflorestamento com duração de 30 anos.</p><p>As fontes renováveis são utilizadas pelo Grupo Iguatemi desde 2007, quando as empresas do grupo passaram a adquirir energia no mercado livre, que permite livre negociação entre fornecedor e comprador. O consumo de energia das unidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis, Campinas e São Carlos é provenientes de fontes limpas e incentivadas pelo governo.</p><p>Fonte: Canal Energia</p>]]></description><pubDate>11/4/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[Iguatemi poupa 21 mil árvores com uso de energia limpa]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=11]]></link><description><![CDATA[<P>O grupo Iguatemi, que administra shoppings centers no país, recebeu certificado de energia renovável pelo consumo voluntário desse tipo de fonte entre janeiro de 2009 e dezembro de 2010. De acordo com a Comerc, que participou do projeto, a adoção de energias renováveis evitou a emissão de gases de efeito estufa equivalentes a 21 mil árvores, calculados com base em um projeto de reflorestamento com duração de 30 anos.</P><P>As fontes renováveis são utilizadas pelo Grupo Iguatemi desde 2007, quando as empresas do grupo passaram a adquirir energia no mercado livre, que permite livre negociação entre fornecedor e comprador. O consumo de energia das unidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis, Campinas e São Carlos é provenientes de fontes limpas e incentivadas pelo governo.</P><p>Fonte: Canal Energia</p>]]></description><pubDate>6/4/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[Em comparação com o mesmo mês em 2010, e considerando a exclusão dos setores de siderurgia e têxtil, o aumento da demanda ficou em 5,24%]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=10]]></link><description><![CDATA[<P>A Comerc registrou em janeiro aumento de 3,05% no consumo de energia, em comparação com o mesmo período no ano passado. Considerando a exclusão dos setores de siderurgia e têxtil, o aumento da demanda ficou em 5,24%, segundo o Índice Setorial Comerc, que verifica o desempenho de setores que possuem empresas do setor no mercado livre. Segundo a Comerc, as indústrias de vidros, eletromecânica e materiais de construção civil foram os principais responsáveis pela alta. Os dados refletem o bom desempenho da economia brasileira no ano passado, que cresceu aproximadamente 7,5% no período.</P><P>Em comparação com dezembro, o aumento foi considerado discreto pela comercializadora, de 0,92%. A pequena variação, destaca a empresa,&nbsp; está em linha com o previsto para o período, quando o consumo ainda é influenciado pelas festas de fim de ano, férias coletivas e paradas para manutenção de equipamentos. Na avaliação da Comerc, a tendência é de retomada integral das atividades de diversos setores da indústria a partir de fevereiro, quando o consumo deverá apresentar aumento entre 7% e 9% em relação a janeiro.</P><P>Fonte: Canal Energia</P>]]></description><pubDate>28/2/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[Consumo de energia cresce em meio a apagões]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=9]]></link><description><![CDATA[<p>Mercado Aberto</p><p>MARIA CRISTINA FRIAS</p><p>Os grandes consumidores registraram alta de 3,05% em janeiro ante o mesmo mês do ano passado, segundo pesquisa da gestora de energia elétrica Comerc.</p><p>"As necessidades do setor foram previstas e estão bem planejadas, mas se ocorrem situações não controladas, ligadas à meteorologia, os prejuízos crescem", diz Cristopher Vlavianos, da Comerc.</p><p>Os principais responsáveis pela alta foram as indústrias de eletromecânica (16,18), vidros (15,08) e material de construção civil (8,41).</p><p>O aquecimento do consumo deve se intensificar a partir deste mês, com a retomada integral das atividades de alguns setores, que tiveram redução sazonal no ritmo de consumo em dezembro e janeiro, segundo a Comerc.</p><p>No final de fevereiro, o consumo deve apresentar aumento entre 7% e 9% em relação a janeiro.</p><p>"A alta do consumo se compara a uma estrada: se for ampliada e mais carros começarem a rodar, vai haver um número maior de acidentes, mais prejuízo", diz.</p><p>O maior nível de consumo e de ocorrências de apagões tem contribuído para um atraso nas recuperações das redes, segundo Lúcio Reis, da Anace (associação de consumidores de energia).</p><p>"O que agrava a questão é que temos reparado que a recuperação desses eventos tem sido mais demorada."</p><p>Fonte: Folha de São Paulo</p>]]></description><pubDate>24/2/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[Comerc faz aliança global com Bergen]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=8]]></link><description><![CDATA[<p>Josette Goulart | De São Paulo</p><p>Trilhando o caminho dos grandes escritórios de advocacia, a comercializadora de energia Comerc anuncia hoje uma aliança global com empresas de gestão e comercialização da Noruega, Bergen Energi, e Estados Unidos, Delta Energy. A partir de agora, as três empresas passam a compartilhar serviços que os clientes necessitem em diferentes países da Europa, América do Norte e América do Sul. </p><p>O presidente da Comerc Energia, Cristopher Vlavianos, diz que essa aliança também vai trazer novos clientes à comercializadora, principalmente multinacionais que já possuem negócios com a Bergen e a Delta. A Comerc possui 114 clientes, com 243 unidades industriais, e passará a ter acesso a mil outros consumidores que juntos possuem 70.482 unidades. Juntas, as três empresas gerenciam contratos de energia no total de US$ 9,5 bilhões. Desse montante, US$ 2,3 bilhões estão hoje sob a gestão da Comerc.</p><p>A aliança prevê que cada comercializadora fique responsável pelo recolhimento de informações de mercado e formas de comercialização de energia no continente que atua. A comercializadora brasileira ficará responsável por atender a América do Sul e, para isso, já estuda parcerias regionais ou até mesmo a abertura de escritórios em diferentes países. "A diferença de regulação do setor elétrico e legislação é muito grande em cada país, por isso a importância de ter equipes locais e dessa parceria mundial", diz Vlavianos.</p><p>Uma das vantagens será a possibilidade de indicar aos clientes os países com energia mais barata e as vantagens locais. Além disso, segundo Vlavianos, será possível se aproveitar da expertise dos países da Europa e Estados Unidos, hoje já bem mais avançados no mercado livre de energia do que o Brasil. A Bergen, por exemplo, gerencia as redes de lojas de fast food, que no Brasil não podem ser consumidores livres pelo tamanho da carga.</p><P>O mercado livre brasileiro representa cerca de 25% do consumo total do país e somente clientes que consome mais de 500kW é que podem sair do chapéu das distribuidoras de energia.</P><p>A iniciativa da aliança foi da empresa norueguesa, que atende toda a Europa e quer ainda formar alianças com companhias da Ásia e Austrália. As empresa também vão trocar informações sobre o mercado de gás, mas no Brasil esse mercado ainda é incipiente e dominado pela Petrobras.</p><p>No Brasil, o mercado de comercializadoras e gestoras de contratos de serviços deve ganhar novo fôlego com a criação do consumidor varejista pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). A medida deve incentivar os consumidores de menor porte a buscarem o mercado livre.</p><p>Fonte: Valor Econômico</p>]]></description><pubDate>9/2/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[Consumo industrial de energia cresce 11% em 2010]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=7]]></link><description><![CDATA[<p>Amparado por setores que ainda tentam se recompor após a crise, o consumo de energia subiu mais de 11% no ano passado.</p><p>É o que aponta pesquisa da gestora independente de energia elétrica Comerc.</p><p>Combalidos pala crise em 2009, os setores de eletromecânica e siderurgia retomaram impulso em 2010, o que contribuiu para a alta geral do consumo. As áreas tiveram aumento de 47,98% e 48,45%, respectivamente.</p><p>Como ainda não retomaram o patamar pré-crise, ao contrário dos outros setores, esses dois segmentos ainda devem puxar algum aquecimento nos próximos meses.</p><p>"Nesses dois setores, que sofreram mais, ainda há espaço para crescer e impulsionar um leve aumento, mas sem a performance exuberante que registraram em 2010", afirma Marcelo Ávila, vice-presidente da Comerc.</p><p>Para 2011, a estimativa é de alta mais moderada, de 5%.</p><p>Apesar de ter registrado queda do consumo no ano passado, o setor de mineração deve reverter seu papel neste ano, segundo Ávila. "Projetos de minas que vão amadurecer e entrar em operação aumentarão o consumo da mineração", afirma.</p><p>Segundo a EPE (Empresa de Pesquisa Energética), que divulgará seu levantamento na próxima na semana, o crescimento do setor industrial já retomou o nível pré-crise e o setor residencial está em alta expressiva. Em novembro, nas residências, o consumo subiu 3,9% ante igual período de 2009.</p><p>Fonte: Folha de São Paulo</p>]]></description><pubDate>21/1/2011</pubDate></item><item><title><![CDATA[CPFL e Comerc realizam leilão com contratos de longo prazo]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=4]]></link><description><![CDATA[<p>O vazio do leilão da energia de Jirau não desanimou o mercado livre. As comercializadoras Comerc e CPFL promovem hoje leilões de energia com contratos de longo prazo e os consumidores livres parecem ter apetite pelo negócio. A Comerc tem 28 consumidores inscritos. Mas se por um lado o leilão vazio de Jirau não desanimou os negócios, por outro mostrou que ainda não é possível vender energia na faixa de R$ 130 a R$ 140 como queria a concessionária Energia Sustentável do Brasil.</p><p>A CPFL não divulgou o preço mínimo do leilão, que deve ser conhecido apenas durante a disputa. Já a Comerc vai negociar contratos com entrega de energia entre 2014 e 2018 e inovou ao divulgar os preços mínimos que vão variar entre R$ 123 e R$ 119 o MWh. O preço vai subir em função da demanda e quem der um lance para comprar energia a R$ 123 e não encontrar competidores, leva neste preço.</p><p>De acordo com o presidente da comercializadora Comerc, Cristopher Vlaviano, a modalidade de leilão que estão promovendo já mostra que atrai compradores. Ao todo se cadastraram 28 consumidores livres, duas geradoras de energia e 13 comercializadoras. São seis os produtos ofertados num total de 97 MW.</p><p>O leilão de Jirau também foi promovido pela Comerc, mas a concessionária é que determinou os preços. As cotações da energia de longo prazo não têm subido porque existe ainda a percepção por parte dos consumidores de que haverá sobra estrutural de energia nos próximos anos. (JG)</p><p>Fonte: Valor Econômico</p>]]></description><pubDate>11/11/2010</pubDate></item><item><title><![CDATA[Coluna Mercado Aberto - Empresários de eletroeletrônicos perdem otimismo]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=2]]></link><description><![CDATA[<p>Abalados pelo câmbio, os negócios do setor de eletroeletrônicos no Brasil vão abaixo das expectativas dos empresários, de acordo com a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica).</p><p>A última sondagem da confiança dos empresários, realizada em junho pela entidade, aponta que aproximadamente 60% deles afirmam que o ritmo dos negócios está aquém das expectativas.</p><p>"Somente 9% das empresas informam que os seus negócios ficaram acima do esperado, o que confirma um quadro de preocupação do setor com os resultados para deste ano", de acordo com Humberto Barbato, presidente da entidade.</p><p>Além da valorização do real ante o dólar, a alta da inflação e das taxas de juros e a concorrência dos produtos importados, principalmente os chineses, ainda preocupam, segundo Barbato.</p><p>As exportações continuam retraídas, segundo empresários pesquisados, que indicam que o mercado interno permaneceu como a alternativa de negócios.</p><p>No primeiro semestre, as exportações ficaram no mesmo patamar de igual período de 2010, com US$ 3,6 bilhões. Convertidas para reais, a queda é de 9%.</p><p>Em 2010, o deficit do setor foi de US$ 27 bilhões. Para este ano, a previsão é que o número alcance US$ 34 bilhões, com importações de cerca de US$ 42 bilhões.</p><p>Outro termômetro, o consumo industrial de energia no setor, de janeiro a junho, caiu 1,2% ante o mesmo período de 2010, ano de Copa, em que os estoques estavam antecipados, segundo dados da Comerc, gestora e comercializadora de energia.</p><p>A variação de junho sobre maio de 2011 foi de 0,71%.</p><p>Fonte: Coluna Mercado Aberto, Folha de São Paulo</p>]]></description><pubDate>11/11/2010</pubDate></item><item><title><![CDATA[Consumo de energia cresce nas indústrias em maio]]></title><link><![CDATA[http://www.comerc.com.br/noticias_detalhes.asp?cod=1]]></link><description><![CDATA[<p>Mercado Aberto</p><p>MARIA CRISTINA FRIAS - <A href="mailto:cristina.frias@uol.com.br">cristina.frias@uol.com.br</A></p><P>Após a desaceleração da atividade em abril, o consumo de energia das indústrias cresceu em maio.</P><p>O Índice Setorial da Comerc, gestora de energia elétrica, registrou em maio alta de 2,4% na comparação com o mesmo mês de 2010. Em abril, o índice havia tido retração de 1,89%.</p><p>"Apesar desse aumento, o consumo de energia ainda está abaixo do esperado pelo mercado para o setor industrial", diz Cristopher Vlavianos, presidente da Comerc.</p><p>No segundo semestre deste ano, porém, a tendência é de um ritmo maior do consumo nas indústrias.</p><p>"Os pedidos para o Natal devem impulsionar a produção das fábricas, o que deverá elevar o consumo de energia", diz Marcelo Ávila, vice-presidente da gestora.</p><p>Se essa recuperação se concretizar, o setor deverá atingir a meta prevista para o final deste ano, de 4%.</p><p>Os setores que puxaram o crescimento em maio foram mineração, com alta de 9,51% na comparação com o mesmo mês de 2010, eletromecânica, com 7,94%, e alimentação, com 7,19%.</p><p>Novos investimentos realizados na indústria de mineração têm impulsionado o consumo no setor, de acordo com Vlavianos.</p><p>O aumento dos pedidos de empresas da área de energia, como máquinas e equipamentos para eólicas, foi o responsável pelo crescimento na indústria eletromecânica.</p><p>Fonte: Folha de São Paulo</p>]]></description><pubDate>28/6/2011</pubDate></item></channel></rss>
